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quarta-feira, 30 de julho de 2014

McDonald’s do Japão passa a vender nuggets de tofu, após escândalo

Ingredientes dos novos nuggets incluem soja, cebola, cenoura e peixe.
Fornecedor chinês vendia carne vencida a seus clientes.
Novo produto de tofu começa a ser vendido nesta quarta-feira (30), nos restaurantes japonêses (Foto: AFP)


O McDonald's do Japão começou a vender nesta quarta-feira (30) nuggets de tofu (alimento feito de soja) em seus restaurantes, já que seu maior fornecedor de carne de frango, da China, está envolvido em um escândalo de venda de carne estragada.



O "Tofu Shinjo Nuggets" tem como ingredientes cebola, soja, cenoura e peixe, de acordo com a rede, que no último dia 25 anunciou a suspensão da venda de produtos de frango da China. Os restaurantes da multinacional americana têm oito pratos à base de frango chinês em seu cardápio no Japão.


A OSI pediu desculpas em um comunicado e declarou estar "chocada", assegurando que estava tratando o problema "diretamente e rapidamente". Por sua vez, na ocasião, o McDonald's informou que deixou de usar os produtos da fábrica, assim como o KFC e Pizza Hut.A fornecedora Xangai Husi Food misturava carne vencida à carne fresca e enganavam os inspetores de qualidade do McDonald's. Diante disso, o governo chinês ordenou o fechamento da empresa, que pertence à companhia americana OSI. A rede de restaurantes KFC também comprava carne do mesmo fornecedor.

O KFC já esteve envolvido em outro escândalo na China, quando as autoridades encontraram níveis excessivos de antibióticos em seus pratos à base de frango.

Nos últimos anos, foram vários os escândalos na China relacionados com a qualidade dos alimentos devido à falta de controle.

Nesta terça-feira, a filial japonesa do grupo de fast-food McDonald's anunciou que considerava a possibilidade de comprar frango do Brasil.
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Aécio diz que simplificará sistema de impostos 'na largada' do governo

Presidenciável tucano falou na sede da Confederação Nacional da Indústria.Atual conjunto de impostos 'inferniza o setor produtivo', disse a industriais.


O candidato do PSDB à Presidência, senador Aécio Neves, durante sabatina na Confederação Nacional da Indústria, em Brasília (Foto: Ueslei Marcelino / Reuters)


O candidato do PSDB à Presidência da República, Aécio Neves, disse nesta quarta-feira (30), no evento "Diálogo da Indústria com Candidatos à Presidência da República", promovido pela Confederação Nacional da Indústria, que, se eleito, vai propor logo na "largada" do governo um projeto de simplificação do sistema tributário.

À plateia de empresários, Aécio afirmou que a simplificação é necessárfia para garantir maior competitividade da indústria brasileira, com a redução dos encargos tributários. Segundo Aécio, é preciso avançar em políticas que incentivem o investimento privado em obras, principalmente de infraestrutura.

"Assumo de público aqui que, nos primeiros dias de governo, farei a simplificação do sistema tributário. Temos que caminhar na construção de um IVA (imposto sobre valor agregado) em substituição a esse conjunto de impostos que inferniza o setor produtivo do Brasil hoje", afirmou. Segundo ele, a simplificação do sistema tributário "na largada do governo [...] vai permitir uma redução horizontal na carga tributária".


Ele prometeu enviar ao Congresso o projeto de simplificação dos tributos "nos primeiros dias" de governo "focando, fundamentalmente, na incidência dos impostos indiretos”.

Aécio criticou a condução da gestão do PT na economia e afirmou que os resultados "pífios" do Brasil são resultado de escolhas erradas. Segundo o candidato, o "aprendizado" do PT na Presidência “vem custando caro” ao Brasil em razão do "atraso" na relação da administração pública federal com o setor privado.

A grande verdade é que ao longo dos últimos 12 anos o atual governo demonizou as privatizações, as concessões e as parcerias com o setor privado. Mas eu aprendi muito cedo que o ativo mais valioso da política é o tempo. E o aprendizado do PT no governo vem custando muito caro ao Brasil”, disse.

O candidato disse que uma das metas de seu eventual governo será aumentar a taxa de investimento do país, atualmente em torno de 18% do Produto Interno Bruto (PIB) para 24% até o final de 2018. Para isso, segundo ele, serão fundamentais parcerias com o setor privado.

"Quero estabelecer um desafio para o próximo governo. A nossa meta é que nós possamos, ao final do ano de 2018, saltar do patamar que estamos amarrados hoje, em 18% do PIB, em investimentos para 24%, numa grande articulação com o setor privado", declarou.

Aécio disse que o governo não confere previsibilidade à economia, o que, segundo ele, gera um ambiente pouco propício para a indústria e investidores. O candidato atacou a prática governista de, segundo ele, atribuir críticas às políticas econômicas a um "pessimismo generalizado".

"Esse governo não tem a capacidade de sinalizar o que pretende fazer em relação ao futuro. Não adianta falar de um pessimismo generalizado [...] É hora de o governo ter humildade para reconhecer que fez as escolhas erradas. Pelo menos para sinalizar uma mudança de posição, para permitir que o unilateralismo das decisões seja substituído por um diálogo com os setores que ajudam o Brasil a crescer", disse.

O presidenciável tucano ainda dirigiu críticas às políticas públicas do governo federal nas áreas de educação, saúde e segurança pública. Na avaliação de Aécio, houve “omissão criminosa” do governo federal quanto à condução das políticas de segurança nas fronteiras e no combate ao tráfico de drogas.
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Exército israelense anuncia trégua humanitária de 4 horas em Gaza

Cessar-fogo provisório vale a partir das 15h locais (9h de Brasília).
Ataques já deixaram mais de 80 palestinos mortos nesta quarta (30).
Palestinos inspecionam estragos causados por ataque contra escola da ONU em Gaza; 20 pessoas morreram (Foto: Mahmud Hams/AFP)

O Exército israelense anunciou nesta quarta-feira (30) uma trégua humanitária de quatro horas em Gaza, válida a partir das 15h locais (9h de Brasília). O comunicado foi feito por um porta-voz das Forças Armadas de Israel.

“O Exército autorizou uma trégua temporária na Faixa de Gaza. Essa trégua se aplicará das 15h às 19h (hora local) e não se aplicará nas zonas onde os soldados estão realizando operações”, disse um comunicado.

O Exército também pede que "os habitantes não voltem às zonas em que há uma ordem de evacuação" e adverte que responderá a "qualquer tentativa de atentar contra soldados ou civis israelenses".

A medida foi recebida como "sem valor" pelo movimento islamita palestino Hamas, porque não inclui as zonas de combate onde o Exército está presente no terreno.

O anúncio ocorre em um dia de fortes combates e muitas mortes de palestinos na Faixa de Gaza. O ataque mais grave ocorreu em uma escola da ONU em Jabaliya, com pelo menos 20 mortos.

Muitos civis palestinos se refugiaram nas escolas da UNRWA, a agência da ONU para os refugiados palestinos, especialmente em Jabaliya, após a advertência do Exército hebreu sobre a possibilidade de bombardeios em massa contra seus bairros. No total, cerca de 180 mil habitantes do território palestino estão refugiados, em condições muito precárias, nas 83 escolas geridas pela UNRWA.

A agência da ONU acusou o Exército de Israel de "grave violação do direito internacional" depois do ataque.
Mesquita foi destruída por bombardeio em Gaza nesta quarta-feira (30) (Foto: Mahmud Hams/AFP)Mesquita foi destruída por bombardeio em Gaza
nesta quarta-feira (30) (Foto: Mahmud Hams/AFP)
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Condeno da forma mais firme esta violação do direito internacional por parte das forças israelenses", declarou no comunicado Pierre Krahenbühl, chefe de UNWRA. "Peço à comunidade internacional que inicie uma ação política decidida para por fim de imediato ao massacre em andamento".

O Exército israelense disse, após o ataque, que militantes palestinos haviam disparado bombas de perto da escola, e que Israel respondeu aos ataques. “Mais cedo, militantes dispararam morteiros contra soldados israelenses da vizinhança da escola da ONU em Jabaliya. Em resposta, os soldados dispararam contra a origem do fogo, e ainda estamos revisando o incidente”, informou um porta-voz militar.

Segundo comunicado das Forças de Defesa de Israel, foram realizados ataques contra 75 posições em Gaza nas últimas 24 horas, e três túneis entre o território palestino e Israel foram destruídos. Durante a noite, as forças também atacaram cinco mesquitas que eram utilizadas com “propósitos de terrorismo”, como “esconder armas e acesso a túneis”.

Segundo um balanço provisório dos serviços de emergência, quase 80 palestinos morreram nesta quarta, em sua maioria civis. Segundo a ONU, três quartos dos 1.300 mortos palestinos nos 23 dias de conflito são civis. Já Israel contabilizou 56 mortos, sendo 53 soldados e três civis.
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Economia dos EUA cresce 4% no segundo trimestre

PIB se recuperou após perda de 2,1% no trimestre anterior.

Gastos de famílias e investimentos privados puxaram alta.


PIB DOS ESTADOS UNIDOS

Variação trimestral anualizada (em %)
2,71,84,53,5-2,141º tri/20132º tri/20133º tri/20134º tri/20131º tri/20142º tri/2014-2024-46

A economia dos Estados Unidos cresceu 4% no segundo trimestre, em taxas anuais, segundo dados divulgados nesta quarta-feira (30) pelo Departamento do Comércio. O número mostra recuperação da economia do país após a queda de 2,1% registrada no Produto Interno Bruto (PIB) no trimestre anterior (dados revisados).

O crescimento é o maior desde o terceiro trimestre de 2013, quando o PIB norte-americano teve alta de 4,5%. Os números divulgados nesta quarta são uma primeira estimativa, e ainda passarão por revisões nos próximos meses. Em valores correntes – o valor de mercado da produção de bens e serviços do país – o PIB cresceu US$ 250,7 bilhões no segundo trimestre, para US$ 17,295 trilhões.

Segundo o Departamento do Comércio, o crescimento do PIB no segundo trimestre reflete principalmente contribuições positivas dos gastos das famílias, investimentos privados, exportações, investimentos fixos não residenciais, gastos de governos locais e estaduais e investimentos residenciais.

Contribuições
O consumo das famílias teve crescimento de 2,5% no segundo trimestre, acima da expansão de 1,2% nos três meses anteriores. O consumo de bens duráveis, como carros e eletrodomésticos, cresceu 14%, enquanto o de não duráveis, como alimentos e roupas, teve alta de 2,5%.

O investimento não residencial cresceu 5,5%, enquanto o investimento em equipamentos teve alta de 7%. Já o investimento residencial cresceu 7,5%, após uma queda de 5,3% no trimestre anterior.

Os dados do Departamento do Comércio mostram que a exportação de bens e serviços cresceu 9,5%, recuperando uma queda de 9,2% no primeiro trimestre. As importações, no entanto – que contam negativamente no cálculo do PIB – também voltaram a crescer, com uma alta de 11,7%. 

Os gastos do governo federal tiveram queda de 0,8%, apesar da alta de 1,1% dos gastos com defesa. Os gastos dos governos locais e estaduais, no entanto, tiveram alta de 3,1%.
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